

Além do Inglês, conheci o jeito como os grandões influenciavam os pequenos. A impressão que tive nos primeiros meses da 5ª série foi que cada gigante possui uma parede de pedra em volta de si. São na maioria seguros de si, versáteis e as meninas só querem estudar, quando não estão ou lendo revista de fofoca ou falando com as amigas sobre amor (haaaaaarg, ki coisa!)
Pessoas de outras escolas agora se encontravam em minha sala e os bairros que nunca visitei, agora tem uma imagem na minha imaginação pois uma hora ou outra tem alguém comentando do lugar onde mora. As músicas agora, começam a marcam alguns lugares, algumas amizades e muitos momentos, acho que isto acontece com cada um de nós, salvo exceções.
Comecei a pensar que esta série é sim a série em que eu to aprendendo o que ter amizades, estudar pra valer e como é ser amigo de pessoas 'importantes'. Criou-se um novo grupo de amigos, de pessoas, aliás a sala é toda dividida por grupos, ainda bem que eu sou do tipo Hippie, que não para em um lugar por muito tempo e faz novas amizades rápido de forma pacífica. A, esta ano promete muitas coisas legais.
A todos os leitores, peço a gentileza de escrever ao menos um e-mail na hora de comentar [de preferencia ao seu blog, pra eu visitar]
Muito obrigado a todos os leitores, eu tento sempre fazer uma visita, mas nem sempre da.
Ainda com o material novinho, cheirando coisa chique (eu sempre adorei inicio de ano letivo por isto) houve um dia que não quis ir à escola estudar de manhã, acordava 6:10 da manhã mas não sei exatamente pelo que não queria ir, só sei que não estava disposto, não queria nem tomar o café da manhã na escola e nem fazer lição tão pouco ver os colegas. Meus pais sempre foram do tipo 'só falta quando se está muito doente' e naquele dia eu não estava doente, só não queria ir à escola. Mas adivinha, eu fui. Chego na escola. Vejo um, e outro amigo próximo ao portão e os comprimento. Espero normalmente a escola encher e dar o sinal de entrada (lembro que 15 minutos antes o galpão era aberto para lancharmos). Mais um dia simples e chato se iniciava e as coisas ficam ruins quando fazemos coisas que não queremos nas horas que não queremos, ou não estamos empolgados a fazer. Pedi a Deus quando acordei que me fornecesse um bom dia, e tudo o que me aconteceu foi que ao ir ao banheiro encontro uma moeda de R$0,50, mas depois de fazer minhas necessidades dou de cara com a menina de aparelho (agora não mais), ela me falou um OI simpático e voltou à sua sala assim como eu retornei a minha. No intervalo ela queria a todo custo conversar comigo, mas eu ainda sou o que fica vermelho e tenho vergonha de muitas coisas, até de um simples olhar dela para mim ou eu dela e de qualquer outra menina que me olhasse, resolvi que não desgrudaria de meus amigos por nada. Já não sei se o que fiz foi prudente ou não, mas assim eu me senti bem.
Olá caro leitor(a),
Não se assuste! Aquele blog negro, bem escuro que você estava acostumado(A) a ver ja está na memória. 2009 está ai, tudo se renova, igualmente com o blog e o autor, mas podem ficar tranquilos que o conteúdo e a forma de blogar será a mesma. Este post sairá do ar em breve, ele serve mais como uma referencia aos que estavam acostumado a ver um outro blog. Em breve mais coisas mudará.
O autor [não sou auto]
Nota do autor dias depois desta post:
- Tinha em mente excluir este post que nada mais é do que um aviso, mas pelos comentários e pelo que ele marcou para mim, resolvi não exclui-lo. Iguinore este post se assim desejar.
A biblioteca não era assim uma coisa tão gostosa, eu ainda não sabia escolher meus livros, mas a sala de vídeo era muito legal, e foi na sala de vídeo da antiga escola que conheci os irmãos Grins e suas versões dos grandes clássicos. Depois li alguns livros forçadamente como 'As cores de Laurinha' e outros. Na quinta série, houve um momento que a necessidade de compartilhar idéias, sentimentos e compartilhar minha mente veio tão forte que usei o mais simples objeto ao meu redor, as folhas. Baseando em toda minha existência, nas leituras e coisas que ouvia, houve minha primeira mudança, a de não só brincar, não só querer tudo para mim e pensar só em mim, mas a de observar o mundo ao meu redor.
Na verdade as mudanças significativas só chegaram a acontecer nas séries posteriores. Na quinta série, não houve casos que eu guardo ou acontecimento marcante. Acho que em toda escola e em toda vida de aluno, há amizades legais, que se acabam no fim do ano, talvez porque os professores seguiram sua carreira tal como alguns alunos (amigos[as]) seguiram o seu.
Como eu não sabia o que era freqüentar a casa de um outro colega e nem sabia o que era ser chato, uma das mudanças foi começar a escrever nas folhas, comecei a perceber como era as pessoas freqüentar a casa dos amigos e chegar no outro dia na escola e falar um monte de coisas. Ta certo que isto nunca me atraiu e eu sempre gostei de cada macaco no seu ganho...

ESTÁ CERTO QUE DISSE SOBRE A SINESTETA, MAS ELA NÃO FOI UMA AMIGA TÃO ATIVA. DISSE TAMBÉM DE MUITOS OUTROS AMIGOS, PORÉM A FIRMINO TEVE UM PAPEL IMPOTANTE QUE EU ATÉ O MOMENTO NÃO ME LEMNRO DE TER RELATADO NESTE.
AINDA NA OUTRA ESCOLA, CONHECI NÃO ME LEMBRO COMO UMA GAROTINHA ESPULETA (AS VEZES) E MUITO NA DELA CHAMADA MICHELE FIRMINO (É TUDO O QUE ME LEMBRO E FAÇO QUESTÃO DE ESCREVER AQUI SEU NOME, A FIM DE TENTAR REVÊ-LA NOVAMENTE) COMO SÓ ESTUDEI COM ELA ATÉ A 5ª SÉRIE, NÃO ME LEMBRO AO CERTO MUITOS DETALHES, PORÉM AINDA NA QUARTA SÉRIE, ELA ME FEZ FELIZ PELO MOMENTO EM QUE ESTAVA PRESENTE (SUA PRESENSA JA ERA MUITO ALEGRADORA). MEU PAI CONHECEU O PAI DELA QUANDO ELES ESTAVAM DE PARTIDA PARA OUTRO LUGAR, AI NÃO SEI MAIS O QUE AOCNTECEU. NA FESTA DE ULTIMA SEMANA DA ESCOLA (4ª SÉRIE) LA ESTAVA ELA, CABELOS PRETOS, UM POUCO ENCARACOLADOS, MAGRA, COM APARELHOS NO DISCRETOS NOS DENTES E ROUPAS JUSTAS AO CORPO (NÃO ELA NÃO PARECIA A MAGRELA DE APARELHO E NEM ERA ELA). NÃO SENTIA OUTRA COISA POR ELA A NÃO SER FELICIDADE QUANDO A VIA SORRIR, BRINCAR E CONVERSAR COMIGO COM TODA A HUMILDADE E INOCÊNCIA DE UMA CRIANÇA. EAL SEMPRE FOI FELIZ E CONFESSO QUE SÓ DEPOIS DA QUINTA SÉRIE QUE EU PASSEI A SENTIR SUA FALTA DE UMA FORMA QUE NUNCA IMAGINEI. GOSTARIA DE PODER TER MANTIDO CONTATO, MAS EU NÃO TINHA COMPUTADOR E NEM SABIA MECHER EM UM, E AS CARTAS AINDA ERA UM GRANDE PASSO PARA MINHA PESSOA. SINTO SUA FALTA GRANDE AMIGA FEMININO, OPA FIRMINO^^

Na nova escola, chamada popularmente de Colaço, conheci muitas pessoas novas.
Minha sala situava-se agora no 'galpão novo' (como falavam alguns, pois a população da cidade cresceu e houve a necessidade de mais salas) no 2º andar. No 1º galpão, o antigo, situa-se os grandões, algo que fui na quarta série na outra escola. Não consegui lembrar deles (dos grandões) quando entrava na sala e via todos semelhantes a mim. Comecei novamente a pensar como um sherlock homes, um investigador (mesmo não tendo nenhuma prática no assunto), queria investigar as pessoas ao meu redor para saber qual deles se tornará uma boa compania para uma pessoa estranha como eu. Aos poucos me deixei levar pela necessidade de influentes e de pessaos que falavam de mais. Fiz minha nova tropa de amigos, alguns bem arteiros, mas como todo grupo, como toda gangue, uns mais espertos que outros (mais burros), como Laranja Mecânica, um dizia o que fazer e todos (ou outros) faziam, até que mais tarde o destino me preparasse algo maior para quem voz fala.
Foi na quinta série também, que assim como um estrangeiro aprende uma nova língua, aprendia a falar outro idioma, o famoso inglês, que só passamos a aprender após a 5ª série, hoje acredito eu que em alguns lugares se aprende antes desta série. A primeira e mais significativa frase de toda minha vida (e ta,bem de todos os meus colegas de classe) "The book is on the table" e depois o verbo TO Be. Elas ficaram famosas pois da quinta até a oitava série falávamos sempre os mesmos verbos e frases, inclusive no E.M. também se falava muito... Passei 3 anos de minha vida decorando coisas, palavras e frases estranhas sempre iguais inutilmente, até chegar os três anos do Ensino Médio que melhorou um pouco.
Logo voz conto sobre os laços afetivos deste tempo...
Não ia escrever nada relacionado ao Natal para não atrapalhar o fluido da história principal, mas acabei por ter a idéia de escrever este, que aconteceu em qualquer tempo, qualquer ano, qualquer mês e em qualquer lugar, pois não é um fato, mas ela aconteceu na minha mente, e isto importa.
10 de novembro, assim marcava no calendário ao lado da porta (como de costume). Naquele dia, peguei uma revistinha de jornal qualquer, tinha um artigo de jornal que falava sobre o natal, foi ai que cai na real de que muito em breve os presentes estariam em grandiosas árvores de mentiras nos shoppings.
Alguns dias depois chegou uma carta dos correios com um convite para meu pai, foi tudo o que soube, depois disso em certos momentos ele andou estranho e misterioso. Ele passou a chegar 55 minutos mais tarde do trabalho por 2 dias, ele falou que era ora-extra, mas ele raramente fazia hora extra.
No final do mês, notei que havia uma caixa nova na garagem, ele deu a explicação de que era uma parte do projeto de trabalho, mas eu já não queria mais confiar naquilo tudo e resolvi que ia investigar. No fim de tudo acabei descobrindo uma carta escondida na sua maleta, cujo destinatário era o Papai Noel, só que não era uma carta que ele escreveu, ela foi escrita por alguma criança que não era eu. Fiquei com certo receio e chateado, e na mesma noite fui tirar satisfações. Ao longo de uma hora de conversa, ele me convenceu de que havia se tornado o Papai Noel de uma criança por um bom motivo, para poder ajudar aos que precisam, ele me falou também que os Correios havia convidado ele para doar um presente de natal, que no caso era a bicicleta na garagem. Como ele me disse, nem todos conseguem (conseguiam) ver o papai Noel e que por isto ele resolveu ajudar.
Depois daquele dia, descobri que Papai Noel está no pólo norte do coração de cada ser humano.
Dois dias depois de ter entrado na nova escola, percebi que a magrela de aparelho ainda me ‘seguia’, ela estudava em uma sala ao lado da minha e desta vez ela tirou o aparelho, ficou até um pouco mais bonita....
No 6º dia de aula, numa quarta-feira, resolvi sentar em um canto da sala que não era tão ‘badalado’ assim. Naquela semana, eu me sentia livre para sentar cada dia em um canto da sala. Sentei ao lado direito de uma menina que é aparentemente simpática (é que sempre que eu olhava para ela, ela me olhava e fazia um gesto facial como se estivesse tudo bem seguido de um breve sorriso) e a minha frente se encontrava um menino com óculos, tipo um Bill Gates e mais a frente a galera faladeira. Eu estava achando ruim puxar conversa com aquele pessoal que eu nunca tinha visto antes, mesmo que eu continuasse ali do lado deles, mas mesmo assim, uma vez ou outra dirigia a palavra a um deles, mesmo que eles não me respondessem... Aconteceu que no fim das aulas, perto de ir embora, um fato que me recordo até hoje, o professor perguntou uma coisa que eu respondi “
Uma outra vez eu a ouvi dizendo consigo mesma “Eu nunca o vi antes, mas sei que é verde” e fiquei muito curioso com estas palavras, ela se referia a uma pessoa e não a um E.T. Resolvi conversar com ela sobre o porque destas coisas, tudo o que descobri foi que ela era um ‘pouco’ diferente das outras tantas pessoas e por isto preferia ficar ali, naquele canto da sala, ela tinha um certo medo ou receio das pessoas que nunca ouviram uma frase daquelas (inclusive de mim ela tinha medo também...mas depois passou), em uma escola ela foi até chamada de louca por um menino (devia ser um desses metidos que só olha pra marca que coloca no corpo) mas eu particularmente gostava do jeito dela de ser e de sentir as coisas. Uma vez ela até me mostrou um trecho de um livro que o pai dela gostava muito, o livro é “As flores do Mal” de Baudelaire que era assim: “Há perfumes frescos como carnes de crianças, doces como oboés, ou verdes como as campinas e outros corrompidos, mas ricos e triunfantes” ela falou-me também que o pai dela tinha a mesma diferença que ela.
Alguns meses depois, ela se mudou da escola e eu até hoje nunca mais a vi. Descobri que o que ela tinha ou tem se chama Sinestesia e que isto ocorre em um a cada duas mil pessoas. É uma confusão dos sentidos onde por exemplo, cheiros tem cor, assim como os dias da semana ou você sentem tem certeza que está lá, mas não vê...Pessoas como ela são em maioria superiores que os normais.
Hoje sinto a falta das conversas que troquei com ela, acho que não era muitas pessoas que a entendia.
Desta vez, a escrita veio para responder um ‘Meme’ que é considerado (de acordo com a Wikipédia) uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Ele provem do blog da minha grande e querida amiga Malu, me senti muito honrado e grato. As regras são:
REGRAS:
• Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de ir embora daqui;
• Convidar 8 amigos de blogs para responder também;
• Comentar no blog de quem nos convidou;
• Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da "intimação";
• Mencionar as regras
Então:
1) já não me lembro das coisas que querias antes, mas uma delas seria poder ter meu momento nos ‘cenários’ (lugares) iguais dos filmes épicos tipo Senhor dos Anéis;
2) Poder ajudar muitas pessoas de forma voluntária e estas ajudar ainda mais pessoas voluntariadamente;
3) Poder ver minha cidade de um outro lugar que não seja em terra firme (tipo voar nem que seja de asa delta...)
4) Ser sempre a pessoa que sou hoje, fazendo sempre o melhor de mim.
5) Comprar uma chácara no meio do mato (lugar de sossego) e plantar uma árvore, mas que esta árvore cresça com a minha felicidade. (claro que não vai ser só ela, mas ela será especial...)
6) Ter minha família, como todo ser humano e poder conciliar Deus nas coisas que faço no dia-a-dia
7) Me tornar o melhor Web-design que as pessoas conheçam...
8) Ser sempre uma pessoa boa (na maior quantidade se sentido possível) e passar bons valores à minha família, como também às pessoas ao meu redor.
Sem mais, desta vez os escritos se resumiram em pequenas comemorações, alegrias e atualidades. Muito obrigado a todos vocês. Este Meme, eu repasso para:
Uli
Dressa
Mariam (cartas ragadas)
Luz (cartas ragadas)
Dani
Cah (miga da Dani)
Milla
...

Este capítulo sucede um dos mais breves e menos importante que já escrevi. Talvez, isto se dê ao fato deu ter perdido uma peça fundamental de meu livro, as páginas do caderno. Sim, era lá que todos estes textos ficavam antes de aparecerem on-line, nas páginas de uma caderno comum, mas acontece que ele sumiu, não me lembro se eu o esqueci em algum lugar ou não, ou se ele cansou de minha pessoa e tirou umas férias, mas o fato é que não o encontro por 5 dias até o momento.
Enfim, como todo bom escritor, as palavras se formam na mente, e não só no papel ou documento de texto. Resolvi então dedicar este a mais uma recordação de meu passado. Agora mudei de escola, já não era a turma de grandões da escola, voltaria a ser o pequeno, e não mais se falava em primeira, segunda ou terceira série, e sim em quinta série. Era onde se encontrava os ‘cavalões’ do Ensino Médio, tudo na mesma escola.
Minhas férias foram boas, foi também as férias das perdas de alguns colegas (alguns especiais) mas fazer o que né... Não escolhi perdê-los. Quando pisei na nova escolas, me senti como uma formiga em meio a muitos elefantes prestes a me esmagar. Na classe não era lá tão ruim, mas no intervalo era, muitas pessoas que eu não conhecia, rosto novo e tudo mais e nesta vez, havia um diferencial, eu tinha um batalhão de professores, é que no primário, ainda seguia o sistema de um professor para as principais matérias e um para educação física.
Confesso que minha impressão na nova escola foi um tanto medonha, mas uma coisa me fez feliz naquele dia, a menina magrela não estava nem na minha sala, nem no alcance dos meus olhos naquele dia.
Dedico este capítulo a todas as pessoas
de minha vida, sobre tudo a uma pessoa muito
expecial: VOCÊ, meu caro leitor
(a).