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Eu não me lembro ao certo todas as coisas que passavam em minha mente quando criança, mas lembro-me muito bem quando a escola que eu estudava empregou o agradecimento a todos os que contribuíam para o nosso alimento e pleno funcionamento das normas da escola. No primeiro dia não foi fácil, eu, pequeno Hobit ( como nos filmes ) branquélo, sempre ficava vermelho quando tinha que me expor ou me sentia exposto. Lembro-me que nestas horas todos (assim falavam) fechava os olhos e agradeciam, mas eu, eu as vezes abria os olhos e não rara as vezes encontrava alguém me olhando, talvez se perguntando porque aquele menino feio e bobo fazia com os olhos abertos, quando todos os fechavam... Bem, confesso que neste momento eu pensava “Não me olhe, não sei falar bem como os olhos abertos, não saberei falar com eles fechados” e mesmo assim alguns dos meus colegas me olhavam... Muitas fiquei vermelho de vergonha ou até medo dele falar auto que meus olhos não fechavam...
Hoje porém, aprendi que estando ou não com eles fechados, é possível agradecer por uma coisa boa. Não me arrependo de manter meus olhos abertos, enquanto todos procuravam algo (que eu acredito ser também DEUS) dentro de si, eu o encontrei olhando para fora, nas nuvens e na natureza que eu via pela janela do refeitório. Acredito que não importa o jeito como você pede as coisas, mas sim com qual intensidade que ela é pedida.
Neste momento, lendo os capítulos anteriores a este, me pergunto a todo o momento: Será que se meus pais não tivessem me ensinado a ler desde meus primeiros anos de vida, eu não seria uma pessoa melhor, e, talvez eu nem tivesse estudado naquela escola, será que poderia ser?
No exterior, e no Brasil também, há pessoas que acreditam outras que não e outras que ajudam a (fazem) acontecer. Falo de crianças que aprenderam a ler, escrever e consequentemente a ser grandes pessoas e a superarem a todos com poucos meses de vida. Há um livro chamado “Como ensinar seu filho a ler”, a princípio pensei que era um livro com sérios conceitos e teorias matemáticas e científicas em todos os termos e sentidos, mas lendo-o percebi que não era bem assim, ele trata a questão de forma bem natural e prática, ainda cita exemplos com muita energia positiva. Percebi o que já vem acontecendo a anos e poucos (as) reparam: alguns pais, sabem como fazer de tal forma que o (s) filho (s) cresce (m) um pouco e rapidamente aprende a ler e escrever e se tornam grandes mentes na sociedade, ( e ainda tem alguns que ficam invejando a vida desses que lêem e compreendem). Infelizmente há pais que não se preocupam com nada, tão pouco seu (s) filhos, e ao invés de ensinar coisas produtivas e estimular bons hábitos preferem deixar os mesmos jogados na rua ou assistindo programas que não tem nenhum fim cultural e muitas vezes nem é voltado para este tipo de público, desta forma surge o adulto que joga o lixo no ladinho da calçada, e fala em alto e bom tom quando está bravo aquele PALAVRÃO.
Seria legal se quando os bebês nascessem viessem com um manual de bons tratos, assim teríamos mais pessoas conceituadas no mundo. Posso citar, dentre as várias conclusões que tirei do livro:
Crianças são curiosas.
Elas usam os sentidos para explorar o ambiente à sua volta, a começar pelo que chamamos “brinquedo” como a chocalho
Os pais limitam o aprendizado das crianças a fim de não ter que gastar com médicos e reposições de objetos quebrados, o que é errado, uma vez que para ela se desenvolver e se aperfeiçoar este procedimento é essencial. Os pais passam muito tempo fazendo isto ( 1º um chocalho que tem que durar a vida toda, como se criança não enjoasse de analisar, depois um cercado bem na idade em que estamos nos divertindo em poder andar, cair e tentar novamente, sem falar no berço, e por ultimo as chineladas na bunda...)
Criança não brinca com o chocalho (um exemplo de ‘brinquedo’), ela explora o chocalho
Limitar a criança em uma área cercada (de qualquer que seja a forma) é limitar o conhecimento dela
Nem toda criança na escola está aprendendo
Deveríamos estimular com a nossa voz e com objetos com formas chamativas e grandes, simbolizando as letras que utilizamos para a fala e a escrita, já que a TV ‘ajuda’ fazendo propagandas com letras do tamanho do cubo televisivo, como Coca-Cola, Nike etc. É até possível que uma criança que assista muita TV aprenda a falar o nome de um produto ou empresa (como Coca-Cola por ex.) do que Papai e Mamãe...
(...) entre outras coisas isto já é uma boa noção do que se encontra em: “Como ensinar seu filho a ler” de glenn Doman
Era uma quarta-feira de março, e eu estava com meus amigos, ou assim dizíamos para chamar um grupo de pessoas (jovens) reunidas conversando sobre assuntos sem importância. O intervalo da escola não era o mais demorado das demais escolas da região, mas era o suficiente para conseguir conversar sobre nossas idéias e planos.
Só que neste sai, porém, o que se sucedeu foi que a magrela de aparelho resolveu sentar bem no banco onde costumávamos conversar para passar o tempo (as chatas não ligam para certos detalhes)
E agora??? Onde mais encontrar abrigo, onde poderíamos conversar tranquilamente sobre planos para colocar chiclete na cadeira do (a) professor (a) chato a fim de atrasar a aula com uma hora de sermões? Logo surgiu a idéia de... Mudar de banco.É, o banco ao lado, como não pensei nisto antes, não era tão perto, mas era o banco ao lado, mas este pareceu-me impossível visto que aquele era o lugar marcado dos valentões da escola, e há de quem relar o dedo lá... Imagina eu, pequeno, magrelo, aquele definitivamente não era o dia de brigas para o meu lado.
Não podíamos passar o resto do intervalo em pé, olhando para as meninas que cochichavam e davam risadas, talvez da situação em nos ver parados olhando para elas com cara de bobo. Então um deles resolveu tirar satisfações com uma delas, e como numa tropa, ele deu um passo a frente, como um voluntário, forçado a ter que ir ao trabalho, posto como negação, a invasão eterna do nosso acento, mais: Do nosso abrigo, do nosso QG. Eu o vi seguir um árduo caminho, desde o ponto onde estávamos até o banco das magrelas, e eis que no decorrer de três minutos vendo que a conversa entre meu amigo e as meninas estava boa, meus outros amigos resolveram me abandonar sem nem ao menos olhar para mim, e mais uma vez me vejo traído.
Vendo eu a solidão, e até onde pode chegar o feitiço das sereias, precipito-me logo a procurar uma outra coisa que não me lembrasse este fato, e olho ao chão, vi que meus pés estavam prestes a quebrar uma linda gargantilha que parecia bem feminina. Com um gesto de quem está prestes a pegar outra rota de navegação, me agacho e pego a gargantinha no intuito de entregar à coordenação da escola, mas quando me levanto, eis que vejo algo, é a magrinha que está próximo a mim e pergunta o motivo pelo qual eu não fui com os outros. Fico meio sem reação e ela percebe a gargantilha em minhas mãos, tirando as suas próprias conclusões e agradece-me pelo presente, onde neste mesmo momento ouvi uma de suas amigas chamar por ela para ver alguma gracinha dos meus amigos, e neste mesmo momento em que a vi de costas para mim, aproveitei para encontrar refúgio em outro lugar da escola, e de preferência bem longe de tudo e dela. E na jornada até meu refúgio finalmente ouso tocar o sinal para voltar à sala de aula, e entre contas e textos esquecer o que aconteceu. Permaneço calado até a hora de ir para casa, mas ainda com a sensação de que este ainda não foi a máxima que o destino preparou para mim.
Esses dias, parado, olhando o nada, relembrei porque a dois anos atrás eu não via minhas unhas grandes. Não sei porque, nem como passei a colocar meu dedo na boca, depois tirava este e colocava outro, e assim por diante, mas, devo lembrar que eu não era igual algumas crianças q chupam o dedo por prazer, eu apenas colocava a pontinha do dedo, e depois o tirava. Dias depois eu senti vontade e morder algo enquanto assistia os clássicos da TV... Eu vi ai que morder a carne do dedo me causava a mais profunda dor, então procurei algo que eu pudesse morder, sem ter que ficar pedindo aos outros e que doessem muito, e não é q eu encontrei a unha!!!! É a minha UNHA!!!! ISSU mesmo, eu as mordia sem nenhum motivo, nenhum q eu me lembre, talvez só por causa q ñ tinha nada pra fazer enquanto eu assistia TV, ai a necessidade. Mas eu não comecei com todas não. Primeiro foi o, vamos dizer, o dedo ‘fura bolo’.QUE? Esta achando estranho o nome??? Eu sempre me lembro da música: “Dedo mindinho, seu visinho, maior de todos. Fura bolo e Mata piolho!!!” Esta pode parecer a pior música ou versinho pra se falar, mas me ajuda sempre em uma explicação. Então passei a morder outras unhas para depois, a outra mão.
Atualmente, minhas unhas não são tão belas quanto, devo imaginar, as suas, mas posso garantir que elas crescem e muitas conseguem ver além da carne, elas “vôom” ficando à deriva de alguma coisa para quebrá-la, depois retornar ao processo pelo qual veio. E como roedor de unha (aquele que apenas morde a unha e depois a joga fora, não a come) posso garantir: é impossível parar totalmente, mas é possível deixá-las crescer, mas um dia vc se pega com o dedo na boca, e a espera de um mês ou mais, vai tudo por água a baixo, mas é bom pq eu quasse nunka necessito de cortador de unha, nem gasto uma grana deixando-as bonita. Mesmo elas existindo e serem a prova do meu mal (as malditas unhas) eu gosto necessito delas. Elas me faz feliz!!!
“São inúmeras as pessoas que jamais se preocupam com um fato terrível: Suas vidas consistem na aceitação passiva de explicações já prontas, ofertadas pelas várias ideologias do meio social. Se apenas aceitamos as formulas prontas, estamos nos alienando e dando a outros o direito de pensar por nós.Ao acumularmos e reproduzirmos o que nos mandam, estamos nos adaptando, admitindo o já pronto como o melhor possível e renunciando à nossa capacidade de transformação”
Bem, isto foi retirado de um livro de filosofia q eu possuía em casa, mas é sim um fato, uma verdade q poucos conhecem ou se lembram. Observe que todos os grandes revolucionários do mundo questionaram as leis e respostas que existiam ( Galileu Galilei; Einstein; Copérnicoe outros) Será mesmo q vale a pena esperar q um dia alguém descubra que você tem uma dúvida e resolva te ajudar a solucioná-la, ou vale mais a pena questioná-la agora, no presente?
Passei minha infância inteira aprendendo, absorvendo a maior quantidade de informação possível para poder mi dar ao luxo de testar a mim mesmo fazendo aqules teste de QI q o pessoal fala. Foram dias e dias para descobrir q uma imagem cheia de cores significa um simples quadrado, ou descobrir a sequência extada de determinados números. Mas agora q estou já um tanto mais experiente, ainda não me canso de ver esta palavra nas revistas e nos jornais, ai Outro dia estava eu a ver um cana jornalísticol de televisão e em menos de 1 minuto ouvi pronunciar muitas vezes esta palavra, pensei q os políticos eram todos relamnete muuuuito espertos para ficar testando sempre seus conhecimentos, até q fiquei sabendo que não era presciso me matar tanto estudando, quando os políticos crianram algo chamado Quem Indica, ai é só ser indicado... que bosta!!!!!!
IMPORTADO DE : BLOG DO RAFA
Dentro dos últimos 3 meses, aconteceram os detalhes que eu pensava não fazer a diferença, mas que agora vejo que o fizeram.A primeira diferença foi ter constatado a presença de uma menina que lembrou-me muito minha prima, uma prima que não muito conversava comigo, mas que tinha lá seus motivos e seu jeito meigo e particular de ser. No meu antigo trabalho, sempre a via passar do outro lado da calçada, e sempre que olhava ela, vinha na mente a idéia de minha prima, que eu não via muito pois ela mora distante de mim. Depois,(pode ser mais um motivo) reparei que a mãe de determinados amigos andava sempre com uma outra garota cuja principal característica (para mim) era o uso do cabelo encaracolado solto, sabe aquela pessoa que tem um cabelo diferente, bonito e bem preto ou negro como preferem alguns????Pois é, ela tem um cabelo assim, o qual usa-o em maior parte solto, e acredito este ser o motivo pelo qual tenho sempre lembrado dela na minha mente (poucas pessoas que eu conheço usam um cabelo parecido, e ela não faz chapinha...).Tenho que dizer que neste serviço eu criei um hábito de viver diferente ao de costume, e foi por isto que minha mudou muito em alguns aspectos, dentre eles o mais visível: Consigo fazer amigos bem rápidos, mas toda ação tem sua reação... Depois algumas coisas em casa mudaram alguns costumes, algumas situações, alguns modos de vida... Enfim, estes e mais alguns foram os detalhes que eu normalmente não prestaria atenção, mas que por algum motivo eu estou descrevendo-os.
Nos dias que sucedem a data acima, ocorreu de eu ter ido a um show com um amigo e descobrir que as duas meninas que citei anteriormente eram e são amigas, e que meu amigo conhecia uma delas, ai tornei-me amigos de ambas. Será que este ato é o de atrair para mim mesmo a coisa desejada, quando pensava nelas???
Voltando no ano de 2007, quando eu me preparava para concluir o terceiro grau, deparei-me com uma situação meio estranha, em minha mente vinha a idéia de que morando em um cidade pequena como a minha, não teria sequer chance de fazer alguma coisa de grande valor (este é o pensamento que só agora desprezo, mesmo vindo de minha própria mente, tudo o que se faz tem seu valor e importância), tudo o que vinha em minha mente era o mesmo pensamento de cada cidadão com quem eu falava a respeito, fazer a faculdade local, depois vagar a vida inteira em busca do sucesso profissional.Na escola, certa vez, foram chamados alguns alunos para conversar com a diretora do colégio, e eu, estava tranqüilo, sabendo já meu fim, até que no segundo mês antes de acabar as aulas, descobri que as conversas serviram para ingressar os alunos em um curso da RedeTV, é, a emissora de televisão...Estava ai minha chance de poder fazer alguma ligada ao conhecimento público, mas não deu, fiquei indignado com a direção da escola que argumentou ser um curso para pessoas carentes, o que eu comprovei que era mentira. Ai, alguns meses depois, um amigo (que por sinal tem algum grau de parentesco com a menina de cabelo encaracolado citado anteriormente) conseguil uma bolsa para estudar na Academia Brasileira de Artes (ABRA), e o pensamento que me vinha na cabeça é de que ele sofria um pouco tendo que ir até o centro de SP para fazer o tal curso, mas foi até descobrir que esta academia reconhecida nacionalmente como um excelente lugar para aprender, ficava no município vizinho, foi então que percebi mais uma vez que minha mente está errada sobre o conceito de que cidade pequena é ruim, na verdade quem é ruim sou eu que não procuro as coisas...
Agora q sabes como estou aqui, direi-vos mais uma história posterior.
Um dia – Eu tinha, digamos, uns dês, onze anos – Eu chego à escola, e aquela menina magrinha que usa aparelho e que eu sempre olhei com desconfiança, me entrega um convite. É, como eu espera, para uma festa de aniversário (as chatas sempre fazem aniversário). Só desta vez há uma novidade: a festa inclui uma reunião dançante (o famoso baile)
E agora?Eu nunca fui a um baile antes. Na verdade eu nunca dancei. Sim, eu sei q faz parte dos ritos tribais da classe média destinada a apaixonar adolescentes e pré-adolescentes de ambos os sexos; mas isto não é consolo, pq os rituais de iniciação podem ser extremamente dolorosos.Especialmente p/ quem é tímido e fica vermelho cada vez que tem de falar com estranho, ou, pior ainda, com uma estranha.
Mas eu não posso deixar de ir. De jeito nenhum. Todo o mundo vai, todos os meus amigos vão; se não pela reunião dançante, então pelas tortas e pelos doces, a grande atração da vida numa fase da existência em que as calorias realmente não engordam. O que é que eu posso fazer? Os adultos sempre podem mentir - e adulto sabe como mentir, passa a vida inteira fazendo isso – que tem compromisso. Mas não tenho compromisso algum; desde q Deus criou o mundo, esse sábado estava fatidicamente destinado a ser o dia de meu martírio, e a mais nada. Eu irei, pois. Minha última esperança seria uma catástrofe qualquer, uma guerra nuclear, um maremoto, atentado terrorista – mas conflitos armados parecem uma possibilidade longínqua, e maremoto em Santana de Parnaíba??? Doença tbm seria uma boa possibilidade, infelizmente, porém, sou sadio, bem sadio.
Chega o dia do aniversário e junto com meus colegas lá vou eu para a casa da aniversariante, num estado de espírito comparável ao de um condenado q é levado p/ a cadeira elétrica.Sou recebido pela mãe da aniversariante com uma frase que soa como uma sentença – “Vai lá, rapaz, as meninas estão esperando para dançar” – e, a retirada sendo definitivamente impossível, penetro em território inimigo.
E ali estão elas, aquelas magrinhas e perigosíssimas criaturas – as meninas. Estão rindo, cochichando, estão lançando olhares provocativos, enfim, estão fazendo tudo o q podem para me atrair à pista de dança – terreno minado, areia movediça. Eu bravamente resisto, ainda q o apelo do som a todo volume (para tormento dos visinhos) seja irresistível. Mas, como Ulises, eu me faço de surdo ao canto das sereias. Numa desesperada manobra, recuo até a parede, e ali me encosto (se depender de mim, esta parede não cairá jamais, eu a sustentarei para todo o sempre), decidido a bradar como Prometeu:- Resisto! Meus amigos, traidores abjetos da masculinidade, já caíram na dança. Paciência. É nessas horas, q penso, amargo, q a gent sabe com quem pode contar. E enquanto eu rumino meu desgosto sobre a inconfiabilidade do gênero humano quem se aproxima de mim? – a própria aniversariante, a magrinha de aparelho nos dentes! E sem a menor cerimônia me convida a dançar.
Não vou, claro. Seria a última coisa que faria. Resmungo uma desculpa qualquer, ela ainda insiste, mas acaba desistindo, mesmo pq chegou a hora de apagar as velinhas. Aproveito p/ me refugiar num lugar mais seguro – o banheiro – e lá fico quasse até a hora da festa acabar.
E ai finalmente, posso voltar para casa. Meus amigos vão alegres, contando vantagens, mas não falo nada. Porque continuo inquieto, sentindo que o Destino ainda não desistiu de me aprontar alguma. Mais cedo ou mais tarde serei apanhado. E algo me diz que a menina magrinha tem algo a ver com issu...
Não me recordo ao certo o dia, tão pouco o mês. Tudo o que me recordo, é que eu estava sendo formado de tal forma espetacular q este momento está num belíssimo retrato. Estava eu no ‘pré’ como dizia todos vulgarmente. Era um dia comum, uma manhã de quarta-feira e sentado em um grupo de três pessoas lá estava eu próximo ao mural da sala. A professora pedira naquele momento um “Desenho Livre” (o q nos fazia saltar de alegria só pelo fato de ñ ter fazer mais nada além do q nossa imaginação pede), para amenizar a dolorosa força usada pela minha mente
Pensei um pouco, a Profª aproximando-se perguntou se eu queria desenhar, e a resposta veio em seguida afirmativamente: É claro que sim! Neste momento fitei os desenhos de meus colegas e ao fundo ouvi um barulho que crescia repentinamente, descobri junto com outros que se tratava de um helicóptero, surgiu assim a maravilhosa idéia de se fazer um ‘pôr-do-sol’ com um helicóptero voando, o porque eu não sei, mas de onde tirar um esboço para fazer um helicóptero?Foi ai que eu olhei ao lado e percebi no mural da sala um desenho com um modelo semelhante, já o q dele não dava para ver que tipo de helicóptero q era, resolvi que seria esta a base do meu desenho e imaginei tão verdadeiramente como ele ficaria meu desenho que fiz todo o meu desenho de uma forma que já não sou capaz de fezê-lo hoje igual, mas que naquele dia nenhum outro colega fez coisa tão similar. As cores haviam me ajudado tbm, e eis q dias mais tarde ganhei os parabéns de minha mãe pelo empenho.
Naquele dia tive a certeza de estar formado, pronto para nascer ao mundo, e na 1ª série eis que já sabia ler e escrever (não tão bem quanto hoje, mas sabia) e passei a metade da aula empenhado em fazer um breve comentário de uma história. Demorei algo em torno de uma hora ou pouco mais, fui um dos últimos, mas tbm um dos poucos q a professora quis ler p/ a sala, pela coerência e o jeito como foi interpretado. Então olhei aos outros dos q tbm escreveram um bom comentário e naquele momento soube que havia nascido. Pois é Leitor(a), eu nasci numa manhã, e mesmo q ela não fosse bela, a mim tornou-se a mais bonita, a que me fez andar todo feliz pela escola, mesmo que não me fizesse ser notado pelos outros amigos da escola.
Ainda na escola, li certa vez uma frase cujo autor não me recordo “Todos nascemos originais e morremos cópia”. No mesmo instante parei e fiquei pensando comigo mesmo qual era o gral de verdade que aquela frase me passava. Hoje cheguei a conclusão de que é 96% de verdade.
Se você se acha muito diferente, esqueça. Por mais que tente, você se parece com outros tantos ao seu redor, por isto quando alguém se referir não só a vc quanto ao Senhor sentado no banco da praça, ele fala: “A massa, a população, o povo...”.
Eu não sou diferente.Com 12 anos pensava q não havia semelhança com outras pessoas no meu jeito de ser ( além dos meus pais é claro) mas hoje afirmo q antes dos 5 anos de idade eu já era um pouco de cópia, já por um instinto natural do ser humano. Caro leitor(a), se ainda não acreditas, olhe meu nome, até ele é uma copia de tantos outros... E o seu, não é?????
Qualquer semelhança com outras tantas pessoas e até animais não será coincidência, e já por ser cópia, mas prevalecendo um ar, um jeito que só este Rafael tem, digo q poupareivos de apresentações mais, pelo fato de já me conheceres um pouco nos outros e até em você mesmo(a), afinal somos parte do mesmo grupo de animais.
DANDO INÍCIO OFICIALMENT AO BLOG....
Já a muito eu tento adiar esta parte. Apesar do livro já ter começado a tempos, as palavras que o descrevem só vieram agora, e sua publicação tornou-se mais demorada por condição financeira deste ser.
Como já se sabe, não há prefácio. Dedicatória eu posso fazer por ter visto em outros livros, e acredito que sou livre para isto.
Em todo caso, considere este o prefácio, como parte que se inicia um verdadeiro livro.
Verás que os escritos que antecederam o dia de hoje, serviram para moldar o conteúdo final deste blog, e como sabes (ou deveria saber) em um blog se pode fazer (ou melhor escrever) os mais vastos escritos que surgem em nossas mentes
As páginas da vida, são cheias de surpresas...
Há capítulos de alegrias, mas também de tristezas,
Há mistérios e fantasias, sofrimentos e descobertas.
Grandes amores e também decepções.
Por isso não rasgue páginas e nem pule capítulos,
não se apresse em descobrir os mistérios,
não perca a esperança, pois muitos são os finais felizes.
E nunca se esqueça do principal:
No Livro da Vida, o autor é VOCÊ!!!
axei legal e encontrei em http://ac.munhoz.zip.net/
Em resposta a grande amiga Amara, está aki o que consegui escrever, quasse uma semana depois...Se me lembro bem a pergunta era ( apesar deu ter lido 2:O q vc inspira para o futuro; e 8 coisas q vc faria antes de morrer) a segunda ficou na ment, e foi esta q tomei como base:
1 faria algumas das babakices que ñ fiz qiuando pequeno por medo da repreenção
2 Tentaria viver normalment sem ter que ficar pensando em ser um exemplo de cidadão, ou ter q juntar dinheiro para as necessidads futuras
3 Falaria tudo o q ñ falei p/ as pessoas q em algum momento eu me segurei p/ ñ falar ( tanto as coisas boas quanto as ruins)
4 Tentaria entender ( na verdade passar um tempo) como é a vida das pessoas q a sociedad descrimina d alguma forma( HIP, lixero, catador d papel ou latinha, mendingos....etc)
5 Faria por merecer de tal forma q minha existência torna-se pública e fosse na rede globo como uma pessoa legal ou boa, ai chegando lá, mandaria em alto e bom tom, todos q estargaram este país para pqp, desde qm escravisou até og
6 Praticaria os esportes radicais q nunk fiz
7 Teria menos medo de espor meus sentimentos, minhas críticas e menos medo deu mesmo.Falando e fazendo assim tudo o meu inconsciente grita..
8 e pasaria o resto dos meus dias ao lado do verde ouvindo músik clássica, pintando quadros e muuuuuuuuuita Loreena McKennitt
é issu, axu q em maioria issu é tudo!!!OBRIGADÃO PELA OPORTUNIDADE!!!!